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Quem é Rui Rio | Uma vida de luta

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No próximo Sábado, dia 13 de janeiro, os militantes do PSD serão chamados a decidir o futuro do partido. Será uma oportunidade única como há muito não existia e, como tal, não deve ser desperdiçada. Para nós é preciso Social-Democracia Agora e escolher a melhor estratégia, as melhores ideias e as pessoas mais competentes, respeitadas e responsáveis. Por isso apoiamos Rui Rio desde a 1.ª hora, porque é hora de agir!

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Quem somos

Somos um grupo de homens e mulheres odivelenses militantes do PSD com diferentes percursos de vida, com diferentes experiências profissionais, de todas as idades, de todas as freguesias de Odivelas, que partilhamos a mesma vontade ajudar o Partido Social Democrata, em todos os níveis, a recuperar o estatuto do maior partido português e a confiança dos portugueses, a recentrar a sua vertente ideológica na Social-Democracia e a capacidade de ser uma força reformadora do nosso sistema democrático, com inovação e responsabilidade.


Alguns de nós já tiveram responsabilidades políticas, alguns já tiveram responsabilidades autárquicas, outros trazem ideias inovadoras. Aliamos a experiência e a juventude. O que nos une é a vontade de lutar por um partido respeitado e interveniente

O que nos motiva

Motiva-nos saber que o PSD é um partido estrutural e estruturante da Democracia Portuguesa, o maior motor de reformas de desenvolvimento económico e social do nosso país, o partido considerado o “mais português de Portugal”, humanista, interclassista, cosmopolita, eclético, europeísta, integrador e que responsável.


Motiva-nos saber que há um grande número de militantes do PSD, a nível nacional, distrital e em Odivelas que vive genuinamente os seus valores, que muito contribuíram para o Partido, que podem dar o seu contributo e que são verdadeiramente agentes de mudança, mas que hoje estão desmotivados.


Motiva-nos saber que podemos contribuir para que o nosso país, o nosso distrito e o nosso concelho seja melhor, que ainda há muito trabalho para fazer e que o PSD pode, se quiser, contribuir verdadeiramente para isso.



O que não queremos

· Que o PSD se mantenha divorciado do eleitorado, especialmente com os funcionários públicos, académicos, pensionistas, gerações jovens, sindicalistas, empresários, trabalhadores e movimento associativo;

· Que o PSD se mantenha focado em ser arauto da desgraça, ao invés de apresentar alternativas;

· Que o PSD se mantenha distante das classes médias e dos sectores mais dinâmicos da sociedade civil, pequenos e médios comerciantes, agricultores e empresários, os professores e profissões liberais, os “self made men and women” que são a origem do partido;

· Que o PSD continue a abdicar de ser o partido por excelência das raízes e das terras, o representante e voz dos “homens bons” dos concelhos;

· Que o PSD deixe fugir eleitorado para os outros partidos;

· Que o PSD esteja "capturado" por interesses e mais "morto" do que se pensa;

· Que o PSD continue apático, sem capacidade de mobilização, que permita que os seus dirigentes não respeitem as regras internas;

· Que os dirigentes locais, distritais e nacionais exerçam os seus mandatos focados nos seus interesses e vinganças pessoais, mas sim no interesse dos portugueses.

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Social-Democracia e o PSD

O Partido Popular Democrata (PPD), depois Partido Social Democrata (PSD), foi fundado de uma forma sui generis – à portuguesa – combinando três tradições políticas: o liberalismo político, o personalismo de origem cristã e a social-democracia (nórdica). Um partido defensor das liberdades e da democracia, um partido laico que incorporava uma visão do homem como “pessoa”, mais do que como cidadão, e pretendia que o Estado tivesse no seu coração a ideia de que a sua função era, entre outras, a de garantir a solidariedade social a favor dos que mais precisavam, distributivo e atuante em termos da justiça social. Não era conservador nem socialista, nem economicamente liberal. Era a favor do mundo do trabalho e da dignidade do trabalho, na tradição da Doutrina Social da Igreja, defensor de um sistema fiscal fortemente distributivo e colocava-se entre o centro-direita e o centro-esquerda.

Os seus grandes sucessos políticos vieram da aplicação deste programa que lhe dava o lugar do partido reformista na sociedade portuguesa.

A génese do PSD não é apenas o partido das classes médias e dos sectores mais dinâmicos da sociedade civil que mobiliza os pequenos e médios comerciantes, agricultores e empresários, os professores e profissões liberais, os “self made men and women”, é também um partido das raízes e das terras, o PSD é o partido dos “homens bons” dos concelhos.

O código genético do PSD funda-se na dignidade da pessoa humana e nos direitos fundamentais, na democracia e no Estado de Direito. O PSD é pela liberdade, mas não é liberal.

Diferenças entre o PSD e o PS (ou melhor, entre a social-democracia e o socialismo)

Incentivar a dependência estatal, como quer o PS, é um retrocesso. O PSD é pela igualdade solidária, o PS é pelo igualitarismo social. O PSD acredita no Estado social que liberta, autonomiza e responsabiliza o cidadão, o PS cultiva o Estado social que o cativa, condiciona e infantiliza. O PSD aposta em que a exigência na educação pode tornar os cidadãos mais iguais, incentivando o mérito, o PS presume que o facilitismo os trata por igual. O PSD acredita que a família e a comunidade devem guiar a educação, o PS insiste em que o Estado deve formatá-la. O PSD quer um Serviço Nacional de Saúde (SNS) capaz e eficiente, o PS quer um SNS gigante e complacente. O PSD visa uma segurança social abrangente e sustentável; o PS recusa pensá-la.

O PSD é um partido aberto e cosmopolita, respeitador da diferença, amigo da ciência e da cultura. O PSD é eclético e, entre os seus eleitores e dirigentes, soube sempre acolher conservadores e progressistas, zelando pela liberdade de consciência. O PSD não corre atrás do politicamente correto, não bane as religiões do espaço público, não dá foro nem guarida ao pensamento único.

O PSD é conhecido por ser um partido de ‘quadros’, pessoas competentes e válidas, com provas dadas no seu percurso académico e com sucesso profissional que contribuem para – mas não dependem da – Política. O PSD é conhecido por ser um promotor de reformas que garantem, progressivamente, o elevador social, não deixando, nunca, ninguém para trás.

A Social-Democracia fomenta a liberdade individual num contexto de responsabilidade comunitária. Liberdade, Justiça e Solidariedade é o tríptico que sumariza o pensamento social-democrata.

É por isto que queremos e precisamos de Social-Democracia Agora!

Não é voltar ao passado, nem é esquecê-lo. É através da experiência de 43 anos de democracia, que o PSD, como já foi capaz de o fazer, deve aproveitar e agregar as novas gerações e, com o seu conhecimento inovador e fomentador da inovação, fazer cumprir o desenvolvimento sustentável económico e social de Portugal, num contexto de integração europeia, de aliança atlântica e de comunhão lusófona, tendo como valores-farol: os Direitos Fundamentais, a Democracia, a Liberdade, o Estado de Direito, o Interclassismo, o Personalismo e o Humanismo Cristão.

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