Rui Rio ao Porto Canal: "O que está em causa aqui é a candidatura a Primeiro.-Ministro"

Na última entrevista concedida ao Porto Canal, provavelmente a mais completa desde que anunciou a candidatura a Presidente do PSD com eleição marcada para o próximo dia 13 de Janeiro, Rui Rio começou por explicar porque resolveu candidatar-se apenas em 2017 quando já era desejado há bastantes anos.

De seguida, Rui Rio explorou as mudanças que entende que têm de ser feitas na comunicação social e na justiça em Portugal explicando o prejuízo para a sociedade que têm causado.

A partir do 12.º minuto da entrevista Rui Rio denunciou o afastamento do PSD dos seus militantes nos últimos 6 anos resultando em que mais do que 200.000 militantes inscritos apenas cerca de 20.000/30.000 continuam a pagar quotas regularmente (pouco mais de 10% do total!!), tendo agora 50.000 militantes pago quotas para a eleição que se avizinha. Para Rui Rio é preciso fazer com que o PSD volte a crescer e, para tal, só fazendo com que as pessoas de referência da sociedade volte a ter espaço dentro do PSD!

Ao minuto 19 quando Rui Rio recordou e questionou as razões do artigo escrito por Santana Lopes no «Correio da Manhã» em Março de 2017 em que apoiou o atual presidente da Câmara Municipal do Porto contra o candidato do PSD a esta Câmara Municipal, Dr. Álvaro Almeida, nas últimas eleições autárquicas
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De destacar a meio da entrevista, ao 27.º minuto, quando Rui Rio sublinha: "Eu estou nesta candidatura por o que está aqui em causa é a candidatura a Primeiro-Ministro. Essa é que é a tarefa grande e dificílima!"

De destacar igualmente ao 38min:10s em que Rui Rio afirma umas das suas principais características diferenciadoras dos restantes políticos: "Os partidos existem para servir o país, não existem para as suas pequenas táticas." A política não é futebol e não deve confundir-se com atitudes clubísticas!

A entrevista completa pode ser vista aqui: http://portocanal.sapo.pt/um_video/wbYqGTN74EN7Ho2UnzmR

Conheça as ideias da candidatura de Rui Rio para o PSD e para Portugal

Rui Rio formalizou ontem a sua candidatura a Presidente do PSD, entregando na sede nacional do PSD, antes do prazo, as quase 2.500 assinaturas que subscrevem a sua candidatura e a Moção de Estratégia Global (documento com as ideias que defende para o Partido e para Portugal) que pode ter acesso livre aqui
“Do PSD para o país”, é o tema da moção de estratégia global que vai apresentar ao Congresso do PSD.Leia o documento e conheça as ideias da candidatura de Rui Rio a Presidente do PSD e a  Primeiro-Ministro de Portugal!


Temos de conseguir parar a manipulação da informação dada aos Portugueses

“É preciso dizer, com frontalidade, que a evolução que este importante setor da sociedade e do regime tem vindo a sofrer não é, em muitas circunstâncias, compaginável com os valores estruturantes da democracia. Lutar pelas vendas e pelo lucro a qualquer preço, não é a mesma coisa que comunicar o que é de interesse social.

Comunicação social é uma coisa, comunicação pelo lucro é coisa bem diferente. A primeira é indissociável da democracia, a segunda é, muitas vezes, adversária da democracia. Manipular a informação, fazer títulos enganosos, desinformar as audiências, recortar os factos à medida, promover ostensivamente candidatos ou candidatas ou tratar de forma diferente o que é igual, não é seguramente saudável para o regime.

Fazer julgamentos populares nas páginas dos jornais, violar o segredo de justiça ou reunir fragmentos de verdade para contar uma mentira, não é liberdade de Imprensa – é, antes do mais, alienar um importante dever democrático, de forma leviana e irresponsável.

A crise das instituições também passa pela forma como a Comunicação Social, muitas vezes, as trata publicamente. Um bom discurso na Assembleia da República tem pouco ou nenhum eco. Uma falha de um deputado é noticiada até à exaustão e, muitas das vezes, desvirtuada ao longo dos incontáveis comentários e contra-comentários que invariavelmente suscita. Esta lógica também ajuda a que o Parlamento perca respeito perante os cidadãos. O alinhamento político que alguns órgãos de comunicação fazem, sempre contra ou sempre a favor do poder, também não é matéria que possa conviver com a objetividade da informação e a defesa da verdade. Todos temos noção que isso acontece, que esses fretes existem, e, por isso, todos temos também noção que isso desacredita, antes do mais, a própria Comunicação Social. Não admira, pois, que os portugueses leiam poucos jornais e que, por isso, a sua saúde económica seja cada vez mais difícil de alcançar (...)”.

Jornal de Negócios | Santana propõe meta de despesa que Portugal já cumpre

"A proposta de programa entregue a Pedro Santana Lopes defende uma redução do peso do Estado na economia. O documento, revelado no domingo e que serve de base à apresentação de um programa, propõe que a "despesa pública deve consumir menos de metade da riqueza". Portugal já cumpre esta meta desde 2015 e o Governo propõe-se a continuar a cumpri-la até 2021."

Então afinal quem é que quer estar mais alinhado com o atual governo do partido socialista? É como afirmou Rui Rio: «Santana Lopes e as trapalhadas do costume»


Normalmente a cópia é sempre pior que o original. Será que as declarações de Nuno Morais Sarmento fazem mais sentido agora?

Veja tudo aqui: http://www.jornaldenegocios.pt/economia/politica/detalhe/programa-base-de-santana-propoe-meta-de-despesa-que-portugal-ja-cumpre

A descentralização favorece essencialmente os centros urbanos

“Um dos aspetos que tem castrado o nosso desenvolvimento é seguramente o clássico centralismo que, há anos, se impõe de forma impiedosa na sociedade portuguesa. O experimentalismo que, nos últimos anos, tem caracterizado os avanços e recuos no que respeita à localização dos centros de decisão política, demonstra claramente que faz falta um projeto substantivo, sobre as questões relacionadas com a proximidade do poder aos cidadãos. Entre os modelos de descentralização do poder e os modelos de regionalização há um mundo de incógnitas, e um incontável número de perguntas por responder (...) Julgo que está a chegar o momento de promover um aprofundado debate nacional sobre o modelo de
cisão política que devemos traçar para o nosso próximo futuro. Não creio que seja através de um novo referendo, feito à pressa, que se encontrarão com tranquilidade as necessárias respostas para este tipo de questões. Não creio, tão pouco, que o frenesim das campanhas seja um instrumento minimamente satisfatório para esclarecer dúvidas e dar respostas aos verdadeiros problemas que estas matérias nos colocam.

Tenho a convicção que a pior maneira de reequacionar os modelos de decisão e de representação política, hoje, em Portugal, será empurrar o debate para as arenas das campanhas partidárias, sob a batuta do marketing político, qualquer que seja o cenário em que as mesmas se desenvolvam. Por isso, julgo que é esta a hora de se começar a promover um grande debate nacional, balizado por um largo consenso entre as diversas forças políticas, no sentido de dar resposta às questões nucleares constantes dos figurinos clássicos da regionalização. Não podemos ter ilusões: se não é possível imaginar um modelo de decisão em que todo o País se reveja - até porque o unanimismo é ele próprio uma ameaça à democracia – também não é salutar nem aceitável que o redesenho de um qualquer novo mapa de regionalização seja decidido e imposto por maiorias conjunturais. Mais importante
do que traçar um mapa a régua e esquadro à luz de bacocas conveniência partidárias, é estabelecer uma plataforma de competências políticas, de representação eleitoral, e de financiamento sustentado dos eventuais novos órgãos de poder. São estas as questões sobre as quais, em nome do País, temos de pensar madura e responsavelmente (...)”.

“Não vale a pena ter pessoas de elevada notoriedade interna e sem qualquer notoriedade externa"

Na apresentação da sua Comissão de Honra, perante uma sala cheia num hotel de Lisboa, o antigo autarca do Porto voltou a defender como um dos pilares do seu programa político uma reforma do regime, lembrando que este tem 41 anos (referindo-se à aprovação da Constituição em 1976), os mesmos que o Estado Novo quando ruiu "com um encontrãozito".


"Acho que nós precisamos de um novo 25 de Abril, não um 25 de Abril militar, mas um 25 de Abril civil e reformista. Estamos em hora de revisitar o 25 de Abril para dar à democracia a vitalidade que ela precisa", defendeu.
Para Rui Rio, era impossível que o atual regime mantivesse a mesma vitalidade numa sociedade que mudou muito nas últimas quatro décadas e salientou que o que está em crise é mais a substância da democracia que os seus formalismos. "Se não ajustarmos o regime a esta sociedade só por milagre teremos as pessoas de braço dado com o regime e não afastadas como estão", afirmou, dizendo que este afastamento se sente não só na política, mas também na justiça ou nas relações de poder.

Rui Rio voltou a apelar aos militantes do PSD para que votem nas diretas de 13 de janeiro no candidato com mais possibilidade de ganhar eleições legislativas.

“Não vale a pena ganhar eleições cá dentro se isso não significar nada lá fora. Não vale a pena ter pessoas de elevada notoriedade interna e sem qualquer notoriedade externa", defendeu, voltando a alertar para a erosão eleitoral que o PSD tem vindo a sofrer.”


Presidida por Paulo Mota Pinto, a comissão de honra de Rui Rio foi apresentada no passado dia 29 de Novembro, em Lisboa e dela fazem parte várias figuras do partido e como Mota Amaral, Alberto João Jardim, Manuela Ferreira Leite, Miguel Cadilhe, Ferreira do Amaral, Arlindo Cunha, Couto dos Santos, David Justino, Silva Peneda Mira Amaral, Ângelo Correia, Graça Carvalho, Montalvão Machado, entre outros o que é demonstrativo da larga base de apoio que Rui Rio pode contar.

"Santana Lopes está a fazer exatamente as mesmas trapalhadas que fazia em 2004"

Numa entrevista fundamental ao jornal Diário de Noticias (DN), Rui Rio foi perentório.

DN: Também preferia votar em António Costa do que andar à volta, do que ficar onde estamos?
Rui Rio: Podia fazer a pergunta de outra maneira e eu vou responder como se tivesse feito a pergunta como queria fazer: se eu concordo ou discordo daquilo que o Nuno Morais Sarmento disse. O Dr. Nuno Morais Sarmento não disse nada daquilo que a candidatura do Dr. Pedro Santana Lopes anda a dizer, aliás não acho feio, acho muito, muito feio aquilo que a candidatura do Dr. Santana Lopes anda a fazer, que é dizer que o Dr. Nuno Morais Sarmento disse que se eu não ganhasse as eleições, ele votava no atual primeiro-ministro António Costa. Ele não disse isso, o que ele disse foi que se o PSD não mudar, se for para ser igual ao Partido Socialista, então mais vale votar no original, digamos assim. Pode-se gostar mais ou gostar menos disto, mas é completamente diferente de enganar as pessoas, dizendo que ele disse uma coisa que não disse. Isso é feio, não eleva a campanha eleitoral.

DN: O que é que se passa, afinal, com os debates, porque é que o senhor não aceita três debates como propõe agora Pedro Santana Lopes para que nenhuma televisão fique de fora?
Rui Rio: Esta questão dos debates é má para o Dr. Santana Lopes, porque ele anda a dizer que 2004, quando foi primeiro-ministro, foi já há muito tempo, que aprendeu muito de lá para cá, mas nisto dos debates ele está a fazer exatamente as mesmas trapalhadas que fazia em 2004. Isto faz recordar, outra vez, o Pedro Santana Lopes de 2004, porque dia sim, dia não, muda de posição. 
Primeiro, quando faz uma apresentação informal da sua candidatura na SIC, diz que não ia fazer debates comigo. Depois, em Outubro, apresenta a candidatura e queria fazer 21 debates. Depois, manda uma carta a dizer para conversarmos e vermos como é que deve ser, o que está correto e foi assim que fizemos. Aí, propõe dois debates, nós aceitamos dois debates, entretanto há mais propostas pelo caminho, no diálogo, mas os passos interessantes são que ele propõe RTP e SIC. Nós propomos RTP e TVI. Fica fechada a RTP. Propusemos então à TVI e à SIC que fizessem o debate em conjunto, os canais não aceitaram o debate em conjunto e nós propusemos então fazer o segundo debate nas rádios. Estava isto a ser visto e, de repente, aparece o comunicado na imprensa e ele volta a mudar de posição dizendo que afinal não são dois debates, agora quer três debates. Isto não tem pés nem cabeça, isto é não saber o que quer, é andar aos ziguezagues, enfim, são as tais trapalhadas típicas do Pedro Santana Lopes, que tem dito que aprendeu muito com estes anos e que está muito diferente, que é melhor não falar desse passado de 2004 porque ele aprendeu muito e, afinal, aqui temos exatamente a mesma coisa. Agora, eu pergunto: o que é que ele quer, afinal? Isto tem de levar um ponto final e o ponto final é: há um debate na RTP.

Estava a esquecer-me de uma outra passagem. Entretanto, antes desse comunicado, ele próprio liga para a TVI e disponibiliza-se para ir lá fazer um debate ao Poder Laranja - programa que a TVI neste período pré-congresso e pré-eleição direta. A TVI contactou-nos a perguntar se aceitávamos, e nós claro que aceitamos. Desde o princípio que dizemos RTP e TVI, portanto ficou fechado ser na RTP e na TVI. Quando já tinha ficado fechado saiu um comunicado a dizer que afinal são três. Nós dissemos que eram dois, aceitamos dois, os dois estão fechados. Ele quer, quer, não quer, não quer, e fica o ponto final aqui. Acabou. Não vamos nós colaborar na trapalhada.

Veja a entrevista completa aqui: https://www.dn.pt/portugal/entrevista/interior/sobre-os-debates-santana-lopes-esta-a-fazer-exatamente-as-mesmas-trapalhadas-que-fazia-em-2004-8991434.html?utm_source=Push&utm_medium=Web

A caminhada de Rui Rio rumo à liderança do PSD prossegue

Na sua opinião, a solução para resolver os cinco principais estrangulamentos estruturais ao desenvolvimento de Portugal: reforçar a competitividade da economia; fazer reformas estruturais; garantir a coesão social e territorial; reformar o regime político; e 'resolver os problemas do próprio PSD, que tem de voltar a ser forte, a ser pujante, para voltar a servir Portugal com tem de servir'.
'O pior resultado que o partido teve foi em 2005, quando Sócrates venceu com maioria absoluta, e mesmo assim tivemos 28 por cento. Hoje, todas as sondagens apontam para um valor ainda inferior e isso não pode acontecer'

'Se conseguirmos comunicar devidamente, as pessoas percebem e motivam-se. Em política e na vida, ninguém tem razão antes do tempo. Mas se explicarmos e fizermos debates em que as pessoas compreendam o diagnóstico, elas percebem'

Renasce a esperança no PSD entre os apoiantes de Rui Rio a presidente do partido.

Não se esqueça de efetuar o pagamento das suas quotas - ATÉ SEXTA-FEIRA ÀS 18H

Se ainda não regularizou as suas quotas para poder votar em Rui Rio no próximo dia 13 de janeiro, veja este tutorial e faça-o antes da próxima sexta-feira - último prazo para regularizar a sua situação:

Rui Rio em entrevista à RTP: "O PSD tem de se modernizar no plano administrativo. Não é possível continuar com um funcionamente arcaico!" - A NÃO PERDER!!

Rui Rio deu uma entrevista à RTP onde revelou várias das suas principais ideias:

“o PSD tem de voltar a chamar à participação as pessoas que se afastaram do partido”. “Há um caminho para trilhar que não é fácil”, sublinha.
“As seções locais do PSD têm de acompanhar a atividade das freguesias e dos municípios”.
 “a implantação de um partido vê-se, em primeiro lugar, pelo número de autarquias que tem”.

Veja aqui a entrevista completa: https://www.rtp.pt/noticias/politica/rui-rio-diz-que-psd-nao-e-um-partido-de-direita-mas-de-centro_n1044461

Saiba como pode votar em Rui Rio para próximo Presidente do PSD

Cara/o Companheira/o
Participe neste momento tão importante, que vai ser a eleição direta do novo Presidente do PSD, no próximo dia 13 de janeiro de 2018.

É hora de agir para que o PSD volte a ser da confiança da maioria dos Portugueses. Rui Rio é o homem certo para liderar o PSD, para fazer frente a António Costa e à maioria de esquerda parlamentar e vencer as próximas eleições legislativas.
Mas para poder eleger Rui Rio como próximo Presidente do PSD é necessário ter as suas quotas em dia. Se não for esse o caso, pode pagá-las até às 18h da próxima sexta-feira dia 15 de dezembro. Mas não deixe para amanhã o que pode fazer hoje.
Se desejar pagar por Multibanco, selecione a opção "Pagamento de Serviços":
 ENTIDADE: 20643
 REFERÊNCIA*: 000 012 345 (exemplo para o militante número 12345)
 MONTANTE: 12,00 € ou 24,00 €



*A referência tem nove dígitos: é o seu número de militante, colocando o número de zeros à esquerda necessários para preencher os campos todos. Caso não saiba o seu número de militante contacte-nos que a/o informaremos.
O montante é de 24,00 € no caso de ter dois anos em dívida. Será apenas de 12,00 €, no caso de dever apenas um ano ou mais de dois. Caso não esteja a par da sua situação contacte-nos que a/o informaremos.
Os militantes com mais de dois anos de quotas em atraso são suspensos por falta de pagamento, segundo as regras do partido. Contacte-nos que a/o informaremos da sua situação.
Participe, porque o PSD precisa de si para ganhar uma nova alma e para fazer renascer a esperança.​ O seu voto é importante para eleger o companheiro Rui Rio como Presidente do PSD.

«Rui Rio esteve em Odivelas e não poupou nos recados para dentro e para fora do PSD» (Radio Cruzeiro)

Partilhamos com os nosso leitores a peça jornalística da Rádio Cruzeiro que destaca 5 momentos:
1 - A forma como a campanha interna está a correr
2 - O "olhar" sobre Portugal e os desafios que o País enfrenta
3 - A perda de força do PSD, que se mede na perda de influência nas autarquias.
4 - A tarefa que se coloca ao PSD é trazer para a discussão interna a sociedade e conquistá-la para o seu projeto.
5 - É precisa uma política de natalidade mais assertiva e de um olhar mais grato para os mais idosos

Oiça aqui os destaques da Radio Cruzeiro: http://www.radiocruzeiro.pt/rui-rio-esteve-em-odivelas-e-nao-poupou-nos-recados-para-dentro-e-para-fora-do-partido/

Rui Rio apresentou em Odivelas a sua candidatura à liderança do PSD: discurso completo

Partilhamos o discurso completo de Rui Rio na quarta-feira passada na sessão de esclarecimento que efetuou em Odivelas - cortesia da TvL

Foi perante uma sala cheia e com militantes do PSD que Rui Rio partilhou as suas ideias para o partido e para o País numa lógica muito mais que líder do partido mas já como gerador de consensos para as grandes reformas que Portugal precisa.

Ficou bem claro que é o candidato com as ideias mais claras e esclarecidas, e que melhor o PSD tem para servir Portugal!

De destacar a intervenção a partir do minuto 13min:20s: "Não podemos continuar a ter uma situação em que a sociedade lá fora quer uma coisa, defende uma coisa, e cá dentro no aparelho partidário está nos antípodas a pensar coisa diferente, não faz sentido!"

Cerca de 200 pessoas fizeram questão de mostrar o seu apoio a Rui Rio, em Odivelas

Conforme anunciado, realizou-se na passada quarta-feira pelas 19h uma sessão de esclarecimento de Rui Rio com os militantes do PSD em Odivelas.

Conforme pode ser verificado pelas fotos, a sala foi pequena para a afluência de pessoas que fizeram questão de marcar presença! Rui Rio é claramente a melhor escolha para o futuro do PSD!

Por isso, há uma dinâmica nacional de vitória que se tem sentido alicerçada nos militantes que querem ver uma mudança no PSD, para que este volte a ser um partido de confiança dos portugueses, seja nas suas localidades, seja a nível nacional.

No próximo dia 13 de janeiro seremos chamados a decidir isso mesmo!

É Hora de Agir para uma Social Democracia Agora! 

É hora de Rui Rio ser o Presidente do PSD!

Portugal precisa de Rui Rio, das suas convicções e da sua determinação!

"Se o poder democrático, o poder político que é o poder que é eleito, em muitas vezes está enfraquecido e não consegue tomar as medidas que deve tomar porque está enfraquecido por outros poderes que não são democraticamente eleitos(...) chamar a isto democracia? Acho que isto está bem?"

Rui Rio em Odivelas | próxima quarta-feira | colinas do cruzeiro | 19h

Rui Rio vai estar em Odivelas, na próxima 4ª feira, dia 6 de dezembro, às 19h, no auditório do Pavilhão Multiusos de Odivelas, nas Colinas do Cruzeiro (Alameda do Porto Pinheiro, 2675-668 Odivelas) para debater o futuro do Partido e do país com os militantes e simpatizantes do distrito de Lisboa. 

No período de perguntas e respostas todos poderão apresentar as suas ideias ao candidato à liderança do PSD. 

Evento aberto a todos e de entrada livre.


Não falte!

"Vale a pena questionar se os valores do 25 de Abril continuam hoje defendidos(...)"

Por altura das comemorações da independência de Portugal e do aproximar da evocação da memória de Sá Carneiro, recordamos o que Rui Rio entende sobre a necessidade de melhorar a qualidade da nossa democracia:

“Vale a pena questionar se os valores do 25 de Abril continuam hoje defendidos como, em larga medida, já o foram no passado. Tem o regime sido capaz de, ao longo dos últimos anos, garantir um combate real pelo desenvolvimento, pela igualdade de todos perante a lei, pela justiça social e pelo emprego? Tem o regime sido capaz de, ao longo dos últimos anos, reforçar a solidariedade, a igualdade de oportunidades, a segurança e a equidade com que o Estado deve tratar todos os cidadãos? Foi o regime capaz de travar a despesa pública e a dívida externa irresponsável que nos conduziu para a mísera situação em que nos encontramos, e que traiu de forma infame as gerações seguintes, que hoje se veem obrigadas a emigrar, tal como acontecia aquando da ditadura? E tem o regime, na defesa do superior interesse público, evoluído positivamente no aprofundamento da democracia, da liberdade e da transparência do relacionamento entre o poder político, o poder económico e o próprio poder judicial? As res

postas a todas estas questões são demasiado evidentes. A nossa democracia tem-se vindo a degradar e tem, assim, permitido o esvaziamento dos principais valores que o próprio regime visa assegurar. Por isso, um verdadeiro democrata tem a obrigação de quebrar o tabu da imutabilidade das regras que, há anos, configuram o nosso sistema político e que, hoje, ao dificultarem o aproveitamento do nosso potencial de desenvolvimento, contribuem para uma evolução do País que, infelizmente, está a conduzir muitos portugueses para uma situação de grande dificuldade.”